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Passo à Passo da FIV

O processo de produção in vitro de embriões (PIV) é basicamente constituído por três etapas: a Maturação in vitro (MIV), Fertilização in vitro (FIV) e o Cultivo in vitro (CIV) os quais simulam artificialmente todos os eventos biológicos que ocorrem (no organismo) no aparelho reprodutor da fêmea.

Passo a passo da produção in vitro de embriões bovinos.

 

O processo de produção in vitro de embriões (PIV) é basicamente constituído por três etapas: a Maturação in vitro (MIV), Fertilização in vitro (FIV) e o Cultivo in vitro (CIV) os quais simulam artificialmente todos os eventos biológicos que ocorrem no aparelho reprodutor da fêmea.

 

1. Maturação in vitro (MIV)

 

A etapa de maturação inicia-se a partir do momento de recuperação dos oócitos, realizada na propriedade e finaliza-se no laboratório. Os oócitos são recuperados das doadoras pelo método de aspiração folicular guiada por ultrassom (OPU – “ovum pick up”). Trata-se de um procedimento minuncioso e que, portanto deve ser realizado por um médico veterinário especializado.

 

As doadoras são previamente anestesiadas, higienizadas e com a guia de aspiração acoplada ao transdutor do ultrassom, os folículos ovarianos são visualizados e, de maneira precisa e menos traumática possível, são aspirados e recolhidos em um tubo coletor. Em seguida, o conteúdo do tubo é utilizado para busca, seleção e classificação dos oócitos, realizados com auxílio de um microscópio estereoscópio. Ao final da busca, seleção e classificação, os oócitos são acondicionados em um criotubo contendo meio de cultura específico onde são transportados até o laboratório. Vale ressaltar que para cada doadora há um criotubo exclusivo e que desde o início do processo de aspiração até a chegada no laboratório, vários são os cuidados para preservação da qualidade dos oócitos. No laboratório, os oócitos são transferidos para placas contendo meio de cultura onde terminam o processo de maturação em incubadoras (num período de 24h).

 

O nome “maturação” se deve pelo estágio em que os oócitos se encontram e a necessidade de completarem seu desenvolvimento para tornarem-se aptos à fertilização pelo espermatozóide, uma vez que foram retirados do ovário e não ovulados naturalmente. O processo de maturação envolve modificações no núcleo e no citoplasma do oócito e dependem de um meio de cultura específico, bem como condições ótimas de temperatura, umidade e atmosfera gasosa, ajustados e mantidos  pela incubadora.

 

 

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2. Fertilização in vitro (FIV)

 

Após o final do processo de maturação, os oócitos são transferidos para uma nova placa contendo o meio de fertilização específico onde serão co-cultivados com os espermatozóides durante um período determinado.

 

Para a fertilização dos oócitos, duas condições são essenciais: a completa maturação do oócito e a capacitação do espermatozóide (ou seja, a célula espermática sofre uma série de modificações bioquímicas que possibilitam sua penetração no oócito). A simples descongelação de uma dose de sêmen ou mesmo um ejaculado recém obtido não garante aos espermatozóides a habilidade ou capacidade de fertilizar o oócito. No laboratório, o sêmen criopreservado ou fresco são processados de maneira que sejam obtidos apenas os espermatozóides vivos, livres de impurezas ou fatores indesejáveis. Em seguida, os espermatozóides são avaliados quanto à concentração e motilidade para ajuste da dose inseminante, ou seja, deve haver um número adequado de espermatozóides para a quantidade de oócitos.


3. Cultivo in vitro (CIV)

 

Com o término de período de co-incubação dos oócitos com os espermatozóides, os prováveis zigotos são transferidos para uma nova placa contendo meio específico para o desenvolvimento embrionário onde também permanecem em condições rigorosamente controlados para que as divisões celulares ocorram até o estágio de blastocisto (sétimo dia de desenvolvimento embrionário ou oitavo dia da OPU). Ao final desta etapa, os embriões viáveis são classificados e envasados individualmente em palhetas para que possam ser inovulados (transferidos) nas vacas receptoras (“barrigas de aluguel”).



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