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A qualidade de vida no trabalho
Por: Luiz Alexandre Prata Martins

Programas com foco na motivação dos colaboradores podem ser desenvolvidos com baixíssimo orçamento e trazer um retorno acima do esperado. ver comentarios

Simplicidade é palavra de ordem nos tempos de hoje. Todos nós já ouvimos que é preciso fazer mais com menos. Programas com foco na motivação dos colaboradores podem ser desenvolvidos com baixíssimo orçamento e trazer um retorno acima do esperado.

Trabalhar com os vários grupos simultaneamente vão trazer resultados melhores no clima de trabalho e na retenção de empregados. Esses bons resultados advêm do único recurso insubstituível, o Talento Humano (fonte da criatividade corporativa). Os gestores que tem essa visão entendem que quanto mais satisfazerem as necessidades dentro da empresa, menores são os riscos dos empregados recorrerem a organizações externas para isso.

Algumas instituições ainda subestimam o poder dessa ferramenta. E por qual razão? Seria ela muito comum para ser eficaz? Os programas motivacionais vêm se mostrando, há alguns anos, como alguns dos recursos mais viáveis financeiramente e, mais eficazes na construção e desenvolvimento da cultura organizacional.

De nada adianta destacar os “Aniversariantes do Mês” ou “Destaques do Mês” sem conhecer a fundo a cultura organizacional, seus valores, sua missão e o que é praticado. Utilizar formatos de empresas semelhantes é um erro que deve ser evitado. Não somos contra os “Aniversariantes do Mês”, porém, tente identificar se a empresa já possui missão definida, bem como visão e valores. É fundamental, também, conhecer a percepção dos colaboradores sobre a organização.

Além disso, não podem faltar as relações entre a liderança e as equipes, satisfação geral com a empresa, motivação, comunicação, imagem da companhia, entre outros. Nesses casos, a pesquisa de clima organizacional é um excelente mensurador e poderá trazer dados muito mais ricos do que outras pesquisas específicas trariam.

Já ouvimos empregados pedindo demissão para ganhar menos (necessidades básicas) numa outra empresa onde o ambiente é melhor (relacionamento) ou onde seu trabalho é mais valorizado (estima). Ou até indo para o funcionalismo público em busca de estabilidade (segurança), mesmo com condições básicas inferiores e um relacionamento social diferente ao habituado. No entanto, as metas pelas quais as pessoas parecem lutar, ao serem analisadas, frequentemente são apenas meios de alcançar uma outra meta mais fundamental.

O papel da liderança é suprir essas necessidades o máximo possível para que os empregados não se sintam desmotivados. Ele deve ser o difusor da motivação dentro da empresa. Aprender a gerir seus negócios com liderança e motivação é uma arte que deve ser aperfeiçoada. E como diria o ditado “quando você não tem direção, qualquer estrada te leva a lugar nenhum”.

Então, não tenha medo. Conheça sua cultura, suas pessoas, para onde sua empresa quer ir, como está o clima em cada área, crie e invente. Muitas vezes, uma simples reunião semanal bem estruturada pode trabalhar a integração e a motivação do jeito que é necessário, sem que ninguém tenha de redescobrir a roda. Utilize a sensibilidade que o RH tem para criar, sob medida, um programa que fale de fato às pessoas e estimule a integração, a motivação, ou seja, a tão falada felicidade no trabalho.

 

  • Luiz Alexandre Prata Martins é bacharel em ciências econômicas pela Universidade Mackenzie e soma extensa experiência em planejamento estratégico e financeiro. Atualmente, ocupa o cargo de gerente administrativo financeiro da Bioembryo

     

 



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